Olívia da Costa — ARTIST






Olívia da Costa

Entrevista com a artista / escritora Olívia da Costa —

 

1. Quem é você e o que você faz?
“!!! Sou o que Sou. Sem deixar nunca de ser… quem Sou !!!”
Esta é a frase que me carateriza. Às 7 da manhã de sábado a cidade das Acácias Rubras, Benguela dá as boas vindas a mais um habitante. EU. Olívia Maria Guerreiro Martins Rodrigues da Costa . Estamos no ano 70 do século XX na Costa Ocidental de Africa – Angola. Chego a Chaves, Portugal, em outubro de 1975, onde vivi 9 anos; em 1984 descemos (de Trás-os-Montes) em direção à cidade da Amadora (Portugal) onde prossegui a minha vida tanto académica como profissional; em 2007 fixo residência na cidade de Torres Vedras (Portugal) depois de uma passagem pela cidade da Baia (Brasil).

Arquitecta de formação e de paixão, também escrevo palavras sobre arte, exposições, artistas, galerias, museus… sobre o momento, sobre que me apetece seja em prosa, poesia ou misto das duas; para várias publicações e /ou livros, tanto nacionais como internacionais, e claro para o meu Blogue.

Estou ligada à Curadoria de Exposições e ao Turismo Cultural, por mero acaso. Sou detentora e criadora de duas marcas Costa Verde e Prata | Património Cultural do Oeste de Portugal e Verde e Prata. Costa Gallery (on|off line) |  é uma das muitas vertentes da Costa Verde e Prata, mas dedicada exclusivamente à Arte sobre a minha Curadoria.

 

“Um só olhar”

 

2. Por que arte?
Pela capacidade que tem de transformar ambientes, tocar vidas, de colocar uma careta no rosto de uma criança ou um sorriso nos olhos de um idoso. Seja criativa ou representativa a arte não deixa ninguém indiferente, é o complemento perfeito da vida.

 

“Unus est”

 

3. Qual é a sua primeira lembrança de querer ser artista?
Em tenra idade quando me perguntavam em modo de brincadeira o que queria ser respondia arquitecta, sem sequer saber o que era; o espanto era tanto que me perguntavam logo a seguir o porque? Respondia que queria mudar o mundo, (apenas não tinha noção que para mudar o mundo primeiro tinha que me transformar a mim própria lição que a vida me deu) mas devaneios à parte. O meu começo no mundo do desenho por incrível que parece começou com a minha mãe e não com o meu pai (que é pintor). Tínhamos chegado a Portugal, depois de uma travessia marítima de vários dias, meses…Chaves, um frio de rachar e Eu em idade de aprender as primeiras letras, e assim começou. A minha mãe ao calor da lareira, nos papéis das massas e um lápis pequeno, afiado pela faca da cozinha me ensinou a desenhar as primeiras letras e juntamente com elas cafeteiras, chávenas, colheres, tudo o que estava à nossa vista. Desenhar tornou-se a minha forma de escrever, quando ingressei na escola primária percebi a diferença.

 

“órkhis, amor e sedução!”

 

4. Quais são seus assuntos e mídias favoritos?
Sou bastante eclética, a moda, decoração, arte, religião, desporto mais a ginástica e o ténis, as desigualdades sociais, história, arqueologia sejam os meus preferidos.

 

“Na máscara do tempo”

 

5. Como você trabalha e aborda seu assunto?
Quando se trata de trabalhos ligados à arquitectura, o cliente quando nos aborda já tem (ou acha que tem) uma ideia da linha estética/arquitetónica que quer para o seu projeto, embora depois haja sempre o nosso cunho pessoal, quando desenho ou escrevo, Se não tiver que obedecer a nenhum programa especifico que necessite de planeamento, apenas pego na folha na caneta e deixo-me levar pelos pensamentos. A mão é apenas o veículo que cérebro encontra para transpor para a folha aquilo que vai alma naquele instante; já na fotografia vou apenas captando o momento depois deixo-me levar….claro que nas artes aplicadas planeio sempre o que vou fazer antes de executar qualquer trabalho.

 

“Ex libres”

 

6. Quais são seus trabalhos de arte, artista (s) favoritos?
É difícil, mas aqui vai aqueles que me vem à memória neste momento: Os Tapetes de Arraiolos, As quatro meninas de Pablo Picasso, As gavetas de Salvador Dali, Art Bauhaus, Philip de László, as obras de Manuel Cargaleiro, Oscar Niemeyer e Eduardo Sotto de Moura, Sagrada Familia de Antoni Gaudi, Os Banhistas de Claude Monet.

 

“Simbiose”

 

7. Quais são as melhores respostas que você teve ao seu trabalho?
As pessoas gostarem e pagarem por ele, o interesse de galerias internacionais em publicarem e divulgarem o meu trabalho.

 

“Harmonia do equilibrio”

 

8. O que você gosta no seu trabalho?
O prazer de criar, a liberdade mental mesmo quando estou entre quatro paredes.

 

“Para além do olhar”

 

9. Que conselho você daria a outros artistas?
O de nunca desistirem, e criarem um equilíbrio entre o que gostam de fazer e o que os outros querem, porque no final há sempre contas a pagar e um espelho á nossa frente.

 

“Serenidade”

 

10. Onde você se vê daqui a 5 a 10 anos?
Se houve uma coisa que aprendi há minha custa é que devemos deixar nos guiar, por Deus, pela Vida, tenho tantas portas abertas e outras tantas por abrir, sei o que quero, mas não sei por onde me levam.

 

 

Olívia da Costa

 

 

 

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