Antonio Garcia — ARTIST






Antonio Garcia


 

Entrevista com o artista plástico Antonio Garcia —

 
1. Fale um pouco sobre você.
Nasci em 1955 na cidade do Rio de Janeiro, e atualmente moro na cidade de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro/Brasil
Sou formado em História pela FAHUPE; Geografia pela UERJ, pós-graduado em ‘Gestão Universitária’ pela Universidade São Marcos – SP

 

 

2. Por que a arte?
Nos últimos 25 anos trabalhei na gestão de universidades e em organizações de ensino, onde tinha como principal atividade a criação/inovação de serviços de ensino e aprendizagem, em todos os níveis. A arte entra na minha vida, principalmente, após a minha aposentadoria com a perspectiva de sublimar a dor gerada por uma pandemia e extravasando uma força criativa que buscava harmonizar a dor e os desejos com a limitação imposta pela saúde pública e pela angustia de um presidente despreparado.

 

 

3. Qual é a sua lembrança mais antiga de querer ser uma artista?
Creio que foi na minha adolescência, durante a ditadura militar, que a arte foi usada por mim para o enfrentamento de uma dura realidade, mostrando que sempre é possível ver o belo.

 

 

4. Quais são seus temas favoritos? Quais materiais utiliza em suas obras?
A sexualidade e o feminino estão sempre presentes na minha obra. Me expresso como mar, por vezes sedutor; por vezes bonito, por vezes verde, por vezes azul, por vezes tocando o sol, por vezes molhando o corpo que me faz sonhar. Utilizo telas, papeis e tintas a base de água e/ou óleo.

 

 

5. Como você trabalha e aborda o tema de suas obras?
Na verdade eu permito expressar o meu inconsciente, ou seja, dificilmente eu sei o que pintar antes. Permito-me ficar angustiado diante do branco da tela de mãos vazias reconhecendo toda minha insignificância

 

 

6. Algum artista te inspira?
Vários, creio que sofro muita influência de Jackson Pollock, Georgia O´Keeffe, J.Araújo, Picasso, os Modernistas Brasileiros, … enfim sinto que sou o resultado dos meus olhares para toda expressão artística

7. Quais são as melhores respostas que você teve ao seu trabalho?
De uma maneira geral tenho tido boas críticas e tenho exposto na Galeria MBlois em Ipanema no Rio de Janeiro/Brasil.

 

 

8. O que você mais gosta sobre em seu trabalho?
Todas as minhas telas têm um pouco de mim, e o que mais gosto é que me vejo como uma “metamorfose ambulante”, sempre buscando um estilo, uma inspiração, olhando, sempre, para o mundo buscando a paz e o bem de todos.

 

 

9. Você tem alguma outra atividade, além de ser uma artista plástica?
Não, como atividade regular, não.

10. Quais as suas principais participações em exposições?
Na Galeria MBlois, participei da A Arte em 3 Visões; Reencontro para um Mundo Melhor; e Convergência em Espaços Singulares.
Na Raphael Art Gallery curadoria de Edmundo Cavalcanti participei das Exposições Virtuais “Primavera com Arte”; “Inspirações”e “Arte e Resistência.”

 

 

11. Que conselho você daria para outros artistas ou futuros artistas?
“Trabalhem muito, pois acredito que o sucesso, de uma maneira geral, é 10% de inspiração e 90% de transpiração”

12. Onde você se vê daqui a 05/10 anos?
Expondo muito e sendo reconhecido nacionalmente

 

 

13. Planos para o futuro.
Continuar criando e pintando muito.

 

 

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Edmundo Cavalcanti

 

Edmundo Cavalcanti é nosso colunista de artes para Arts Illustrated em São Paulo, Brasil.

 

 

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